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Nem toda debutante quer uma maquiagem clássica! Aqui, temos algumas opções para as debutantes mais moderninas e descoladas dadas pelas marcas Triton e Cavalera, e assinadas pelo beauty artist Robert Stevão.

Para as clássicas, mas que ainda querem dar um toque moderno à produção, esse make da Triton bem anos 60 é uma ótima opção. Moderno e delicado! Cílios postiços, rímel, delineador e batom vermelho ganharam a companhia de penteado à la Brigitte Bardot e volume, com o cabelo desfiado, no topo da cabeça. Make e cabelo arrumadinho para as tradicionais.

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Para as mais modernas, o make criado pela Cavalera é uma ótima sugestão. Cheio de brilho e modernidade, deixa qualquer debutante mais cool e descolada.O cabelo bagunçado aparece preso em rabos ou coques e a maquiagem segue na onda do glitter, e tem tudo a ver com o verão! Aqui aparece em três cores da M.A.C que foram misturadas para marcar os olhos, enquanto a boca fica neutra.

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Ser debutante não quer dizer ser igual a todas as outras debutantes, inove. Se inspirou?

 

Equipe Gatos da Noite

Marcada a data do casamento, o primeiro pensamento que certamente vem à cabeça da noiva é o vestido que a levará para o altar. Mas o que sempre foi sinônimo de branco, rendas, véu e grinalda, já deu seus tiques de rebeldia e caiu na graça do vermelho, roxo, lavanda, rosa e até preto.  É o que revelam algumas famosas que já se casaram e alguns personagens da ficção.

Mas engana-se quem pensa que toda essa invasão de cores no altar é coisa “moderninha” ou inovação pura. De fato, nossa cultura herdou o vestido branco como símbolo da noiva. Mas em outras fases era ele quem ocupava o posto de rebelde. Ao menos é o que aponta algumas pesquisas.

Há divergências, mas alguns registros históricos apontam Rainha Mary Stuart da Escócia como a primeira a usar o branco para se casar, no século XVI. Outros trazem a jovem Maria de Médice, como a “rebelde”. Rebelde? Na Idade Média se usou muito o vermelho, preto e dourado para subir ao altar, por uma questão que se entendia por respeito e contemplação. O branco era uma cor vetada, dizem que por remeter a rituais pagãos.

Eis que veio a rainha Maria de Médice, da França, no séc. XVII, vestida de branco em seu casamento, com detalhes dourados e decote quadrado, batendo de frente com os costumes de roupas escuras e fechadas. A garota tinha apenas 14 anos e por isso, logo atribuíram o branco à “pureza de criança”. No entanto, ela não é a protagonista da história mais famosa do vestido branco.

Rainha Victoria, da Inglaterra, séc. XIX, por todo o seu histórico romântico (acredita-se que foi a primeira nobre a se casar por amor), com o príncipe Albert, levou a fama do vestido branco, com véu e flores na cabeça, e caracterizou a cor como sendo “cor da noiva”. De repente todas queriam imitar a Victoria.

Enfim, sendo por Maria de Médice ou Victoria, o que se sabe é que o branco acabou tomando o lugar dos sóbrios. Mas por que não quebrar isso? Algumas famosas e personagens de novela já aderiram à rebeldia. (Veja na galeria). Mas a estilista Patricia Bourgeaiseau, do Jardim Secreto Atelier, alerta que é preciso cuidado ao optar por cores inusitadas, ou a noiva pode acabar sendo confundida com uma convidada qualquer do casamento.

“Acredito que quando a noiva faz essa opção já faz parte da sua personalidade. Para não fazer feio, o principal é não esquecer que você é uma noiva. O vestido têm que ser chic, elegante e principalmente tem que combinar com o estilo da noiva. Essa imagem vai ficar marcada a sua vida toda, então não faça nada que não combine com você, caso contrário, vai se arrepender depois que o momento passar”, diz Patricia.

A estilista acredita que os vestidos de cores claras ainda são a melhor opção. “Nada muito colorido, ou você vai parecer uma madrinha no altar”!

E você? Usaria um vermelho fatal no casamento?

Fonte: Virgula